Sinopse
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| Imagens: Adoro Cinema |
Depois de quase um século, o Hospital Pediátrico de Mercy Falls está
prestes a fechar suas portas para sempre, mas um acidente de trem deixa os
hospitais locais sem leitos e eles terão de esperar mais alguns dias. Amy, uma
jovem enfermeira, é enviada para tentar contornar a situação, mas ela logo
detecta algo estranho no ar. As crianças estão nervosas e com medo de algo
intangível, invisível, algo que dizem viver no segundo andar: o andar que foi
fechado e isolado quarenta anos atrás. Essa misteriosa presença vai ficando
cada vez mais evidente e para desvendar o mistério e proteger as crianças, Amy
terá de enfrentar todos os medos. Porém, o mistério é muito maior do que todos
esperavam. Mais obscuro. Mais sinistro. Mais perigoso. (Filmow)
Gênero:Suspense, Terror
Direção:Jaume Balagueró
Elenco:
Calista Flockhart (Amy
Nicholls ) Richard Roxburgh
(Robert Marcus ),Elena Anaya ( Helen Perez ), Gemma Jones (Sra. Folder ), Yasmin Murphy (Maggie
), Colin (I) McFarlane
(Roy ), Daniel Ortiz (Matt), Susie Trayling (Susan), Ivana Baquero (Mandy), Duração: 93 minutos
Sempre que um filme tem as palavras “Terror” ou “Horror” no titulo, uma
vontade incontrolável de assisti-lo invade meu ser.
Claro que essas palavras chaves não são garantia de uma sessão
realmente assustadora, mas as palavras geram um impacto que renovam a esperança
de sentir medo assistindo a um filme.
Em Terror em Mercy Falls, só pela sinopse dá para perceber que mesmo
que você não sinta medo, verá pessoas assustadas na tela.
A história se passa em um Hospital Pediátrico que parecia um orfanato para mim, e isso me animou, pois
acho comum essa mistura de terror e crianças darem certo, apesar de serem
clichês. Mas quando comecei a ver o filme, fiquei com aquela impressão de que
TAVA FALTANDO ALGUMA COISA, e ela não passou em nenhum momento.
Pode ter sido as imagens. A iluminação com pouco contraste passa aquela
mensagem subliminar de “você precisa ter medo, se concentra, você vai se
assustar já já”. Me chamem de louca, mas tenho o hábito de traduzir sensações
em palavras.rs
Além da iluminação, algumas relações acontecem rápido demais para o meu
gosto. Duas trocas de olhares eram suficientes para saber de quem gosta,
desgosta, confia, esconde algo e no fim das contas, não tem nenhuma surpresa
nisso, estou na dúvida ainda se isso é suspense.
AS atuações também são medianas, simplesmente não consigo destacar
ninguém, mas a parte bizarra mesmo, é chamarem a “Entidade” que assombra o
local de “Garota Mecânica”.
Poxa gente, GAROTA MECÂNICA não assusta e ponto! Dá no mesmo que chamar
o Boneco de Lata!
Para finalizar, as cenas que assustam duram pouco, e as cenas que eram
para assustar muito dão vontade de rir, porque tem a tal da GAROTA NOME
RIDICULO MECÂNICA. A ideia do filme é boa, a história poderia ter dado certo,
mas foram várias pequenas coisas que me incomodaram, e apesar de parecer que
estou gongando o filme, ele não é péssimo, só que falta AQUELA COISA que
diferencia um filme para ver no cinema, e um filme para ver numa tarde de
domingo, sabe?



