Chris Nielsen (Robin Williams) e Annie (Annabella Sciorra) viviam muito felizes até que seus dois filhos morreram em um acidente. Agora o casal bastante afetado tenta superar a morte dos filhos e levar a vida adiante. Mas quatro anos depois Chris morre também em um acidente e vai para o Paraíso. Lá descobre que tudo pode acontecer e que Annie desiludida comete suicídio e por isso não poderão se encontrar, uma vez que quem comete suicídio é enviado para outro lugar. Mas mesmo assim Chris fará de tudo para que eles se reencontrem, mesmo sabendo que Annie não o reconhecerá caso isso aconteça. (fonte Cineplayer)
• Direção: Vincent Ward
•Roteiro: Richard Matheson (livro), Ronald Bass (roteiro adaptado)
• Gênero: Drama/Fantasia/Romance
• Origem: Estados Unidos
• Duração: 113 minutos
•Roteiro: Richard Matheson (livro), Ronald Bass (roteiro adaptado)
• Gênero: Drama/Fantasia/Romance
• Origem: Estados Unidos
• Duração: 113 minutos
Vou logo avisando que esse filme está na categoria “incontestável” para mim, por isso, se eu for enfática demais, me perdoem, é involuntário.
Um filme com o Robin Williams de 1998 que o titulo á uma boa idéia do que se trata. De fato é uma história de amor que conta uma experiência pós morte.
Seria simples, mas os conceitos que são apresentados do que existe além da vida, por mais absurdo que seja se é que tem como ser normal, dá aquela idéia de: “Pera ai, isso poderia ser verdade!”.
Eu conheço apenas superficialmente a forma como o budismo e o espiritismo tratam a morte, mas o filme, talvez por suas cores e tipos de imagens (ou por qualquer outro motivo que não identifiquei) me remetem um pouco a essas religiões.
Um dos conceitos mostrados que eu mais gosto é que quando a gente chega ao paraíso, nós somos exatamente como gostaríamos de ser, e o paraíso é exatamente como nós imaginamos em vida, não importa o quão diferente seja o seu paraíso do meu.
No caso, o personagem era um pintor, e havia pintado um quadro em vida como ele imaginava ser o lugar perfeito, seu paraíso. Quando ele morre e vai para lá, em uma analogia fantástica para demonstrar essa idéia, os objetos que ele toca se desfazem em tinta.
Além dessa idéia, várias outras como a do inferno e a do purgatório são contadas de maneira envolvente, e a história vai sempre ligando um ponto ao outro sem deixar arestas.
Apesar de não ser um filme religioso, ele aborda sim a fé. Mas caso você tenha algo contra essa abordagem, saiba que o foco é nos sentimentos humanos, e vale a pena de verdade!





